domingo, 11 de março de 2012
"Te Amo Bosta"
Nasci e cresci dentro de Pedro Osório, odiava viver lá; e se me convidarem pra voltar não volto exceto por alguma proposta muito tentadora de emprego, mas mesmo não querendo viver lá, queria ver aquela diminuta cidade crescer e prosperar cada vez mais...Espero que os governantes não continuem a embolsar o dinheiro público e que vejamos grandes avanços não só na área de urbanismo e cultura, mas nas áreas de saúde, oportunidades de emprego,uma melhor EDUCAÇÃO: não só educação básica, mas superior com o auxílio da prefeitura a cooperativa dos estudantes, pois é um absurdo a hegemonia e centralização do transporte para estudar em Pelotas, ACORDEM JOVENS DE P.OSÓRIO, aqui em Arroio Grande os alunos pagam míseros R$4.00 reais pra ir estudar em Pelotas e vocês que vivem praticamente colados em Pel. pagam um absurdo de passagens!Política é uma arma, um poder do povo e para o povo que tem se perdido ao longo dos tempos, pois não sabemos nos impor, não sabemos vigiar, não sabemos cobrar e estar atento as mudanças...Por isso jovens, votem consciente, estudem sobre governos passados, avaliem, escolham e façam valer suas escolhas...Cuidem do Rio Piratini, ele é um marco entre essas duas cidades e embora a aparência serena e quase inofensiva que demonstra no verão, esconde uma face obscura de fúria, decorrente de décadas de desrespeito com suas margens e até mesmo seu curso natural que foi brutalmente mudado( mas pra isso vocês terão de conhecer um pouco de história) daí originam-se suas constantes cheias, além claro, de outros fatores externos; é lógico!
Pedro Osório já abrigou importantes políticos em suas infâncias, como o filho da saudosa prof. Arabela mãe de Bernardo de souza e por algum tempo a pequena menina Manuela, que disse em entrevista que seguiu a carreira política graças a um marcante comentário do nosso conterrâneo prof. Waldon Matias em uma de suas aulas no colégio das irmãs, onde ele dizia qualquer coisa do tipo que todos nós através do estudos e/ou da política( não lembro bem) poderíamos mudar o mundo e, ela então, tornou-se mais tarde figura importante na política do Rio Grande do Sul- viu só a importância que tem a palavra de um professor pra ser tão pouco valorizados: muda vidas!
Então, gente boa e meus conterrâneos lutem por essa cidade pra que nunca mais, repito: -"Nunca mais, se precise reeditar aquela frase do tal famoso adesivo da enchente de 1992..." Te levanta Pedro Osório, não vê que te amo bosta"....No fundo no fundo esse é o sentimento que todos nós nutrimos por essa terrinha!
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Direitos Humanos no Currículo Escolar numa sociedade violenta.
Enfim, o que me chamou a atenção neste caso foi o fato da possível vingança que essa mulher, mãe e acima de tudo esse ser humano suscetível a erro(como todos nós somos) ser brutalmente assassinada e, na ocasião,me perguntei: -" A que ponto chegou um ser humano, de julgar-se incumbido dos poderes de Deus a ponto de tirar a vida de um ser humano; de uma mãe?";
-" Quem de nós nunca errou na vida, seja em pequenas ou grande proporções?"
- " Que valor nós seres humanos; ditos racionais, estamos atribuindo a vida humana a fim de comparar a morte de um cão com a morte de um ser semelhante a nós?";
-" Quantos parentes o pobre cãozinho deixou órfão? E quantos parentes e filhos essa enfermeira deixaria enlutados e órfãos caso viesse a ser assassina?"
Não quero aqui de maneira alguma desmerecer o tamanho do fato:- Ela foi errada ao tirar a vida daquele cão; indefeso cãozinho, foi extremamente infeliz ao fazer essa barbárie em frente ao seu filho, que presenciou atos insanos de violência ao um ser vivo e indefeso, mas nada justifica os comentários que presenciei durante a divulgação da matéria "fake" de que ela havia sido assassinada. As pessoas postaram em meus comentários no orkut e nas comunidades em que li, coisas do tipo..."já vai tarde", "tivesse o que merecias vadia", etc e tal.
Gente, para tudo! Vamos raciocinar, ou melhor, sejamos ponderáveis! Essa mulher é um pessoa sem antecedentes criminais, provavelmente ela está passando por algum momento ruim na vida e o que ela precisa é de um tratamento psicológico pra saber enfrentar isso sem matar animais indefesos e saber contornar essas situações difíceis pra tocar a vida adiante e criar seu filho que precisa de uma mãe fisicamente e psicologicamente sadia.
Creio que essa atitude violenta da sociedade, me fez refletir no quão importante será a introdução dos Direitos Humanos no Currículo escolar, pois as crianças e jovens tem que aprender a lidar com sentimentos de indignação, repulsas aos atos alheios e entender o papel de cada um dentro da sociedade diante de fatos que mereçam intervenção da justiça e não da justiça dos homens comuns da sociedades, mas de homens capazes de julgar corretamente, sem violência mas com a privação da liberdade desses delinquentes, bandidos e pessoas com surtos absurdos de violência.
Os professores mais uma vez terão suas atribuições aumentadas com outros ensinamentos, mas creio que entre fórmulas quase sem perspectivas de uso pra vida adulta o discernimento dos direitos humanos será de grande valia pra vida toda dos alunos.
Quem sabe o dia em que o ser humano agir com menos agressão e mais razão o mundo não se tornará um pouco melhor???
Deixo aqui um velho ensinamento de Cristo: -"atire a primeira pedra quem nunca pecou"
e vamos estender pro resto do ano e de nossas vidas aquele espírito natalino tão lembrado durantes esses dias próximos do natal...
A quem não concordar com nada do que escrevi, deixo a reflexão: a lei de talião é seguinte "olho por olho, dente por dente" datada por volta de 1700 ac, se você ainda pensa assim, creio que está na hora de rever seus conceitos e se reciclar, pois já estamos no séc. XXI.
Um maravilhoso natal a todos!
sábado, 17 de dezembro de 2011
Adeus ano velho & Feliz ano novo...
sábado, 29 de outubro de 2011
Semana Acadêmica em Herval.
Dos dias 24 a 28 de Outubro de 2011, ocorreu no Pólo Universitário de Herval a Semana Acadêmica e I mostra científica.
sobre Políticas Públicas de Educação com a professora Eva Lizet Ribes- Pedagoga Mestre e Doutora em Educação.
Cativou a atenção de todos com seu bom humor e sua palestra envolvente onde traçou brilhantemente a história da educação brasileira desde meados de 1930, estabelecendo seu funcionamento e suas formas de "hierarquias" até chegar ao contexto atual com as últimas atualizações da LDB( Leis de Diretrizes e Bases).
Kayapós e sua cultura.


Entrevista:
Eunice: - São cerca de 8.500 habitantes, distribuídos em quase 30 aldeias entre o Sul do Pará e norte do Mato Grosso, vivem da agricultura, caça e pesca, sempre em busca da alimentação onde as mulheres ficam nas lavouras e os homens na caça. Fazem artesanato da seguinte forma; os homens trabalham com palha e cestaria e as mulheres com colares e pedrarias como miçangas, geralmente para consumo próprio da aldeia nas festas ou comercializam em eventos, viagens para Brasília e no dia do índio em São Félix do Xingú. Existem muitos mitos de que os homens não trabalham, mas a função deles é de proteção e vigiar a aldeia enquanto os outros vão buscar comida. Eles se revezam na busca de comida, homens numa tarefa e mulheres na outra.
Eu: - Quais são e quantos são os troncos lingüísticos entre os indígenas?
Eunice: - São cinco: jê (língua dos kayapós com que eu trabalho), tupi, pano, yanomai e aruak.
Eu:- Assim como no Brasil existe uma diversidade cultural: brancos, negros e outros... Dentro das aldeias existe diversidade indígena?
Eunice: - No Brasil temos essa infinidade onde cada tribo com sua cultura (pode haver semelhanças de tribo para tribo)mas existem diferenças nas festas, na sua cultura, alimentação (Existe uma diferença de tribo para aldeia , pois tribo é o povo a nação; e aldeia são as “vilas”, um conjunto de aldeias forma uma tribo) de acordo com o contato com o homem branco, pois existem tribos que chamamos tribos urbanas, outras de contato mais difícil e outras tribos isoladas. O grau de contato com o homem branco influencia na cultura, pois a cultura não é estática ela se molda e sofre influências.
Eu: - Como é o processo escolar nas tribos?
Eunice: - A legislação diz que eles têm direito a educação diferenciada, a secretaria de educação envia professores não indígenas para alfabetizar em português (aqui surge outro tabu ”índio não aprende”) e as crianças não aprendem, mas no contrário quando alfabetizadas na língua materna a transição para o português é mais fácil. Entre os kayapós, poucas aldeias têm professores indígenas, na maioria das aldeias valorizam muito os kayapós são muito apegados as suas tradições e origens.
Eu: - fale um pouco de como são suas crenças?
Eunice: - Os kayapós são animistas, antes da religião chegar até eles, acreditavam que haviam espíritos pairando sobre as aldeias, florestas e sobre nós e seguem rituais e sacrifícios para afastar esses espíritos que eles acreditam que causam doenças e qualquer mal físico, que para eles é conseqüência de problema espiritual e procuram meios de manter o equilíbrio espiritual através de oferendas e sacrifícios como matar animais. Essa religiosidade deles causa medo muito grande por ataques desses espíritos, com o cristianismo muitos deles tem aceitado que devido à esperança em Jesus cristo é maior que esses espíritos.


quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Petição Pública contra a impunidade no trânsito.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
História do Farol da Ponta Alegre

Em 03 de novembro do ano de 1857, preocupados com uma boa e segura navegação na Lagoa Mirim, o Governo da Província deixou aos cuidados do Barão de Caçapava, o desenvolvimento de um parecer sobre quantos faróis deveriam ser erguidos ao longo da lagoa para garantir uma boa navegação.

Os faróis, como todos sabem, são usados para alertar os navegantes sobre a proximidade da terra. Inicialmente, acesos com fogueiras e luzes de azeite de oliva ou óleo de baleia, atualmente, os faróis funcionam com energia elétrica;
Capitão-de-Corveta
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Registros do fotógrafo: Poti Campos